quarta-feira, 15 de abril de 2009

Shimano Deore 2010 - Mais novidades - Outras peças também estão em destaque

O novo grupo Deore 2010, que só estará disponível em junho deste ano, vai deixar muito biker com vontade de usá-lo. O que se refere a peças de custo X benéfico – satisfatório. As únicas peças de 2009 que não sofreram alterações foram: corrente e catraca; apenas os códigos mudaram.

Já o resto, reformulação total. Um verdadeiro show de design. O que parecia simples e básico em 2009, torna-se mais glamoroso e atraente para próxima temporada. Pois a competitividade entre o seu maior rival fica mais acirrada agora.

O grupo foi apresentado sem grandes informações técnicas. O que é natural das grandes empresas do setor. Mas relataremos pelos nossos conhecimentos as mudanças sofridas com suas respectivas tecnologias e sistemas.

O novo Deore vem com duas opções para os amantes do MTB: Trekking e All Mountain – linha recreativa.

A primeira delas é o grupo prateado e simples: pedivela com suas três coroas; cubos normais; v-brakes; passadores conjugados ou separados com suas respectivas manetes; câmbio traseiro tradicional e duas opções de dianteiros com os sistemas top e botton pull.

Já o segundo, esse sim vem com grandes novidades. Confiram:

:: Pedivela (2-Peice Crankset)

Não foi desta vez que a Shimano aplicou a tecnologia Hollowtech II na linha Deore. Isso deve-se aos custos de fabricação, além de não fazer graça, já que o fabricante tem XTR, XT, LX, SAINT e SLX como referências nessas peças. As coroas são de 44 (alumínio), 32 e 22 de aço. O sistema de movimento de central integrado completa a peça.

:: Passadores e câmbios

O câmbio traseiro tem duas opções: tradicional e Shadow. Esta última comprova mais do que nunca que está consolidado a tecnologia, além de perder 28 gramas. Se você está perdido no que se refere a este sistema do câmbio traseiro, assista o vídeo com o técnico da Shimano no Brasil, Ronaldo Huhm: http://www.pedal.com.br/videos/video-exibir.asp?id=588

Os passadores (Rapid Fire Plus) receberam o sistema Dual Release, com visor profissional (sem números). Um design e sistema parecido com o XT atrairá o novo consumidor. O sistema RFP oferece reduzir três marchas num único curso. Já o DR, seria a passagem de marcha puxando com o dedo indicador ou empurrando com o polegar.

:: Freios à disco hidráulico

As manetes do freio a disco vem com o regulador de curso na pegada da manete – o que faz aproximar ou distanciar a manete do guidão. O mesmo sistema de aplicação da frenagem (Servo Wave) dos freios XTR, XT, SAINT e SLX também foi inserida no novo Deore. Proporcionando melhor modulação.

Os calipers do freio serão de dois pistões – tradicional. O que chama atenção e a opção do rotor do disco SM-RT76 com seis parafusos e spider de alumínio. Três modelos acompanham: 160, 180 e 203mm.

:: Freios v-brake

A manete ficou mais ergonômica, leve e bonita. Os v-brakes não sofreram grandes mudanças, aparentemente apenas a exposição da nova logomarca do grupo.

:: Outras novidades

A Shimano aposta e investe no sistema de cubo dianteiro de 15mm. O SLX terá uma nova versão, já que se trata da linha All Mountain.

Uns freios da linha de montagem (M575) estarão disponíveis na cor branca –lindos.

Nasce um cassete padrão para bikes 29” com as catracas: 12-36; disponível nos grupos XTR, Saint Deore XT e SLX. Mas essa nova catraca obriga usar os cubos novos: FH-M629 ou FH-M529. O que evitará torção gerada pela catraca maior.

Outras peças de linha de montagem (sem nome e apenas com códigos) farão parte do grupo: pedivela com duas coroas e banshguard, freios a disco e cubo.

Como evitar fisgadas na virilha e pubalgia

Não é incomum que atletas de diferentes modalidades esportivas sintam fisgadas na região da virilha após um treino intenso ou após um movimento brusco durante a prática esportiva. Os atletas que realizam movimentos repetitivos (como o corredor e o ciclista) e os atletas que realizam mudanças bruscas de direção e chutes (como o tenista e o jogador de futebol) estão mais propensos a sentir tal incômodo.

O diagnóstico mais comum desse tipo de dor é o estiramento dos adutores, musculatura da parte interna da coxa. Esses músculos são responsáveis pela adução do quadril (fechamento das pernas), assim como participam da estabilidade da pelve em movimentos dinâmicos. A principal característica do estiramento é que este acontece por um movimento brusco e uma dor intensa e aguda é sentida no momento do trauma, sendo esta geralmente bem localizada.
Já a dor que se inicia mais gradualmente na região da virilha, acompanhada ou não de dor na região inferior do abdome, irradiação para a face medial da coxa ou até mesmo dor na região lombar pode receber o diagnóstico de pubalgia (inflamação do púbis).

O púbis é um dos 3 ossos da pelve, onde se insere os músculos adutores e parte dos abdominais. Essa região é particularmente susceptível a forças de cisalhamento durante determinadas atividades atléticas. Com traumas repetitivos (ou trauma agudo em alguns casos), pode ocorrer um processo inflamatório envolvendo o osso, a cartilagem e os ligamentos da região, além dos músculos que de alguma forma se relacionam com a região pubiana. Aliados aos pequenos traumatismos, estão os desequilíbrios musculares causados por movimentos compensatórios e as alterações biomecânicas peculiares do atleta, além da fase de treinamento em que esse de encontra.

O encurtamento dos músculos isquiotibiais (posteriores da coxa), a sobrecarga à musculatura adutora da coxa e a fraqueza dos músculos abdominais são achados comuns no atleta com esse diagnóstico.

O diagnóstico diferencial entre o estiramento muscular e a pubalgia não é muito simples, e os exercícios para tratamento do primeiro podem complicar o quadro clínico do segundo, se o diagnóstico for feito precipitada e erroneamente.
Os sintomas da pubalgia variam de atleta para atleta, sendo muitas vezes inespecíficos e de difícil caracterização, o que dificulta o diagnóstico e permite que esta seja confundida com outras patologias.

Para um diagnóstico preciso e precoce, é necessária uma avaliação estática e dinâmica precisa do atleta, buscando as causas e conseqüências da lesão, que servirão como base para o tratamento. Exames complementares, em especial a ressonância magnética, também são de grande importância para o fechamento do diagnóstico.

O tratamento, como já foi dito, será baseado na correção das alterações e desequilíbrios encontrados na avaliação. O uso de antiinflamatórios pode ser indicado, e muitas vezes o repouso é necessário na fase inicial do tratamento. E, muito melhor do que ser acometido por essa lesão chata, é fazer um trabalho de prevenção paralelo à atividade esportiva, incluindo fortalecimento muscular, alongamentos e exercícios funcionais e proprioceptivos.


Por Silvia Guedes – Fisioterapeuta formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais / Especialista em Fisioterapia Esportiva pela PUC-MG e em Osteopatia pela Escola Brasileira de Osteopatia.

Rally dos Sertões define percurso e passará por seis Estados

Prova larga de Goiás e passa por mais 5 Estados

A 17ª edição do Rally dos Sertões, que acontecerá de 23 de junho a 3 de julho, já tem quase todo o percurso definido pela equipe que fez nas últimas semanas o levantamento da prova. Após a tradicional largada de Goiânia, em Goiás, os competidores passarão por cinco Estados.

Dentre o percurso já definido estão Tocantins, com as belezas da proximidade do Jalapão, Bahia, Pernambuco e Ceará. Como em 2008, a prova terminará após dez especiais em Natal, no Rio Grande do Norte, completando um percurso de cerca de 5 mil quilômetros.

"O nível técnico e a qualidade das duplas que competem no Sertões são as principais atrações para os especialistas que vêm ao Brasil disputar a prova”, explica Eduardo Sachs, diretor técnico da prova. "A própria distância total da prova, muito longa, já é um desafio a parte para a resistência de homens e máquinas. Quem anda forte aqui está preparado para disputar a ponta em qualquer prova fora-de-estrada do calendário mundial”.

Itu recebe etapa do Paulista de Trekking


Cerca de 100 quilômetros de São Paulo, Itu recebe a quarta etapa do Campeonato Paulista de Trekking. A prova será no dia 26 de abril, no Pesqueiro e Pousada Maeda. Com infraestrutura invejável para atender os participantes e acompanhantes, que poderão se divertir com a pescaria, passeios pela fazenda, piscinas com toboágua, cavalo, pônei e teleférico.
A competição é aberta às equipes que já disputam o campeonato e também para quem deseja iniciar no esporte. A participação será para 30 equipes Graduadas e 100 equipes Trekkers.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial do campeonato. As equipes devem ter de três a seis participantes. O valor da inscrição é de R$ 45,00 por participante, com direito a camiseta personalizada do evento, frutas e água no Neutralizado e troféus, medalhas e brindes aos três primeiros de cada categoria.
Como parte da ação social, cada participante deve doar 1quilo de alimento não perecível, que será repassado as instituições de caridade.

Cronograma da prova:
9h - largada das equipes graduados
9h31 - Largada das equipes Trekkers
14h30 - divulgação das performances das equipes
15h - resultados e premiação dos Graduados
15h30 - resultados e premiação das equipes Trekkers A e B

Torben é vice-líder e tem maior velocidade da flotilha; Equipes estão desanimadas após 6 meses

Ventos aumentam na aproximação de Fernando de Noronha

Na aproximação de Fernando de Noronha (PE), único portão de pontuação da sexta perna da Volvo Ocean Race, Torben Grael mostra recuperação na classificação da flotilha que segue para Boston (EUA). O comandante brasileiro segue com a maior velocidade entre os concorrentes, 12 nós a bordo do Ericsson 4, e diminuiu sua distância para o líder, Telefonica Blue, de 26 milhas náuticas para 8 milhas, assumindo a vice-liderança.

O terceiro colocado é o Delta Lloyd, que até então seguia logo atrás do barco espanhol lutando para assumir a ponta da flotilha. Cerca de 14 milhas o separam de Bouwe Bekking. Já o Ericsson 3 se mantém na 4ª posição, seguido pelo Telefonica Black.

Ken Read comanda o Puma na 6ª colocação da regata, que segue pelo litoral nordestino brasileiro com 25 milhas de desvantagem para o líder. Já Ian Walker não conseguiu progredir e se mantém na última posição a caminho dos Estados Unidos.

As condições de vento para os barcos melhorou após quase 72 horas ao mar. As equipes velejam com ventos de aproximadamente 15 nós

A reflexão em dois barcos nesta terça-feira (14) era sobre a aproximação do fim da volta ao mundo, que completou seis meses no último fim de semana. Restam apenas três meses para que os velejadores completem mais cinco portos até a Rússia.

Desânimo - No Ericsson 3, o tripulante de mídia, Gustav Morin, conseguiu deixar o bem humorado comandante Magnus Olsson pensativo. “Nesta manhã eu perguntei ao Magnus: ‘Você já pensou que faltam dois meses para chegarmos em Estocolmo (Suécia)?’. Ele deixou o sorriso de lado na mesma hora e respondeu com a cara amarrada e cabeça baixa: ‘Eu sei, parece trágico. Não quero pensar sobre isso. Não podemos apenas continuar e fazer um caminho direto?’”, contou Morin sobre o comentário do sueco de 60 anos que faz sua 6ª volta ao mundo de pular algumas etapas e velejar direto para sua terra natal.

Já no Green Dragon a situação é ainda pior. Além da equipe estar na última posição e não conseguir aproveitar melhores ventos, o comandante Ian Walker conta em e-mail que nada mudou na situação e no cenário no qual eles velejam nas últimas 24 horas, e ele também espera ansioso por um retorno à casa.

“Uma das únicas coisas que tenho para contar é sobre a discussão sobre o que todos farão quando a regata terminar. Para mim a volta ao mundo estará finalizada quando retornarmos para Galway (Irlanda) em maio”, disse o comandante sobre seu país, sétimo porto da Volvo Ocean Race.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Scott, um dos destaques da Copa Internacional

Cidade conhecida dos mountain bikers. Referência pela hospitalidade, pelo público tão envolvido com o esporte e pelas trilhas que atraem novos atletas ano a ano, Araxá sediou mais uma vez a 1ª etapa da Copa Internacional de MTB, evento no qual todos os atletas de ponta estão presentes pedalando forte atrás de resultados em um circuito bastante técnico, de 7km de extensão. O tempo pra variar pregou uma peça, praticamente durante todo o sábado choveu, não forte, mas constante. “No fim não atrapalhou, ajudou a assentar o terreno, evitando a poeira que às vezes atrapalha”, explicavam os atletas ao finalizarem a prova.

Atletas Scott

A Scott esteve na prova com um time completo, impecável. “Acreditamos que mais que resultados, o mountain bike precisa ser desenvolvido, por isso apoiamos pessoas que buscam algo mais que vitórias”, afirma Gian, diretor da IGP, que representa a Scott no Brasil. “Cada um tem uma característica especial. Força, resistência, determinação, vontade, garra, mas o que faz a diferença é o que todos temos em comum: a alma de biker.”

A primeira pessoa que tem isso hoje até estampado no uniforme é a grandiosa Adriana Nascimento. Atleta que detém 10 títulos brasileiros, essa mountain biker é da equipe Brasil Soul MTB Team (literalmente a ‘alma do mountain bike’), e faz dupla com o ultramaratonista Mario Roma. Juntos, têm uma proposta de compromisso com quem está começando a pedalar através das clínicas que desenvolvem periodicamente, além de inúmeras participações em eventos mundiais, levando o nome do Brasil lá fora. Adriana fez uma excelente prova no domingo, visto que acabou de sair de uma cirurgia delicada. “Estou treinando de forma gradual para retornar bem as competições, mas ainda seguindo o tratamento", explica a atleta. “Fiquei muito tempo parada, quero pedalar!”. Adriana conquistou o 4º lugar, completando as 5 voltas da categoria elite feminino. E sobre sua Scale, parceira na prova, “é verdadeiramente racing. Dá para sentir como a bicicleta responde fácil. Na subida nem se fala. E nas descidas o carbono absorve bastante os impactos. É ágil nas descidas técnicas, passa fácil em trechos sobre raízes, é rápida nas curvas e nas retomadas de curva. Eu me adaptei superbem”, comenta.

Ainda citando o lado feminino, outro nome que surge com excelentes vibrações é o da jundiaiense Lais Saes. A ‘Garota Contessa’ tem acumulado títulos em provas do interior de São Paulo como o Endurance Bike, GP Ravelli e Sram 50k. Ela pedala com toda a linha de vestuário feminino Scott e a partir desse ano passa a competir na Elite. Embora as provas de XC não tenham sido muito focadas pela atleta, ela reconhece a importância de participar de um evento como a Copa Internacional. “Não é o que tenho treinado, o percurso tem um perfil diferente, mas vou encarar!”, disse confiante. Lais teve um problema com pneu furado na última volta, o que a impediu de completar a prova, mas encarou com coragem o desafio.

Subindo no pódio em 4º lugar na categoria elite, o atleta Odair Pereira, que consagrou a Scott no Cross Country brasileiro completa em 2008 uma parceira de 12 anos com a Scott. Reconhecido pela habilidade técnica e por ser um estrategista, o mountain biker que sabe como ninguém dar dicas das mais variadas, desde alimentação até segurança para a prática ideal do esporte. Pedalou forte nessa 1ª etapa da Copa e se manteve bem perto da 3ª posição. Odair afirma que “de todas as etapas realizadas em Araxá, essa teve o melhor circuito devido à chuva que compactou grande parte do terreno deixando o circuito técnico, porém mais veloz”, o que só animou o dia de todos os atletas presentes. “Eu vejo a Scale como a melhor máquina de competição desenvolvida até o momento. Com um quadro que pesa 980gr., é ágil, confiável e agressiva. Uma verdadeira companheira com a qual tenho me identificado ao longo dos anos”, conta o atleta que não teve nenhum problema com o equipamento durante toda a prova. “Em relação à Scott, eu aprendi muito com o Gian e o Rapha ao longo desses 12 anos de relacionamento e isso me tornou a pessoa que sou hoje em dia. Sou grato a eles pela confiança, carinho e parceria ao longo dos anos que temos compartilhado a paixão pelo MTB”, resume a recíproca gratidão entre o atleta e a Scott.

Marcelo Marchiori, pedala há mais de 15 anos, conquistou em 2008 vários títulos na Sub 30 e tem começado a se dedicar mais para alcançar a ponta na Elite. “Em 2009 quero ficar entre os Top 10 da elite”, anseia o atleta que tem conciliado os treinos com a faculdade de Educação Física. “Tenho levado com tranqüilidade, afinal de contas sei da importância do ensino superior hoje em dia”. Marchiori também tem um histórico com a Scott. “Corro com bike Scott desde 1996. Quando fiz o upgrade para a Scale de carbono, aí me apaixonei. Espero trazer cada vez melhores resultados e fortificar a parceria com a Scott”, completa o atleta que conta com um bom nível técnico e força, o que irá ajudar muito a alcançar o objetivo de estar entre os Top 10.

A Scott apresenta também outro novo membro da equipe: Arlei Teixeira. “Primeiro agradeço mais uma vez pela oportunidade de poder dar continuidade ao meu trabalho e espero que, juntos com Associação Esporte Criança e Bio Verde, consigamos atingir nossa meta que é fazer um trabalho crescente focando o Pan 2011 e Londres 2012. Ainda tenho como meta estar entre os Top 5 do ranking nacional”. Arlei inicia a parceria focando seus treinos para o Cross Country, e mesmo nunca tendo pedalado uma Scott antes, a marca acredita na adaptação ao equipamento e confia que o atleta realizará um excelente trabalho.

O representante da Scott em Pouso Alegre, Rufus, da Rufusbike, também está sempre presente nos eventos de mountain bike, conseguindo assim perceber como conduzir seu negócio de modo a continuar agradando os antigos mountain bikers e conquistando novos cada vez mais. “A pista estava perfeita e me senti muito bem. Tive um problema na primeira volta onde perdi algum tempo e caí para o último lugar; consegui me recuperar e fui buscando as posições a cada volta. Na última pedalei forte para buscar um lugar no pódio, ultrapassei 3 atletas e terminei entre os 6 primeiros. É muito bom estar no pódio na Copa Internacional, ali estão os melhores atletas do país”, conta o atleta-lojista que também apóia Móises, o Branco, que terminou em 2º lugar na Sub 30.

Cada um desses atletas, e muitos outros que tem algum tipo de ligação com a Scott, reforça a importância que a marca dá a quem de fato valoriza o esporte, visando excelentes resultados não somente hoje, mas sempre.

Segunda etapa do Estadual do Rio de Downhill - Resultados

Aconteceu no final de semana de 4 e 5 de abril a segunda etapa do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Paraíba do Sul foi o cenário que reuniu atletas do Rio de Janeiro e de outros estados para descer a nova pista de DH, localizada no Parque de Águas. O tempo bom e o calor contribuíram para deixar a pista escorregadia por conta da poeira na pista. Qualquer descuido era sinônimo de perda de tempo.

“A pista está bem dificil. Falta “grip”. Parece que o pneu ou a suspensão não está acertada, mas na verdade é a pista que está complicada de andar”- comentou o atleta paulista Leandro Campovilla, um dos atletas de outros estados que compareceram ao Carioca.

O fato das inscrições serem aceitas somente até sábado ajudou bastante a organização, agilizando o processo de largada. Os mais de 130 atletas presentes contaram também com brindes na inscrição, água na chegada e na largada e a ótima infraestrutura do Parque de Águas Salutaris, que recebeu muito bem os atletas, equipes e familiares.

Domingo, dia de corrida.

Como de costume, a competição foi extremamente apertada em todas as categorias, com tempos bem próximos. A grande novidade do final de semana foi exatamente o pódio da categoria Elite: Robert Sgarbi perdeu a invencibilidade de anos no campeonato. Foi vencido por um veloz Ronny Renke, cujo irmão Guilherme ficou em segundo lugar, fazendo uma dobradinha para a equipe do Woohoo Riders. Em terceiro, o mineiro de Governador Valadares Dalton do Carmo, Robert Sgarbi em quarto e Leandro Campovilla em quinto.

A competição foi um sucesso de uma forma geral, atraindo bom número de pilotos e um público muito grande. Agora o campeonato para por aproximadamente um mês, até a realização da terceira etapa.

O Campeonato Estadual de Downhill tem o apoio de Amazonas Bike, All Track, Star Bike, Speed Bike, Intense Cycles, Session Brasil e Pedal Livre e conta com a cobertura de mídia de revista MTBike, canal de TV Woohoo, www.pedal.com.br, www.dhbrasil.com.br, www. bikerider.com.br e www.bikezone.com.br. A realização é da Prefeitura Municipal de Paraiba do Sul.

Resultados da Elite

1-RONNY RENKE - Deuter-VortX-Woohoo-Cicle dois Irmãos - 02:04,8
2- GUILHERME RENKE - Deuter-VortX-Woohoo-Red Hot-Cicle dois Irmãos 02:06,8
3- DALTON DO CARMO - Eletro tecnica Mendes e Filho-Brasiltintas 02:07,1
4- ROBERT SGARBI - Amazonas-KHS Bikes-Lazer Helmet-RockShox 02:07,6
5- LEANDRO CAMPOVILLA - Session Brasil-Fibertex-Banshee 02:08,3
6- THEO DUARTE Pedal Livre-MTBike-Santa Cruz-Exceed-Bell 02:10,8
7- FREDERICO GADONI - Star Bike 02:11,6
8- MIGUEL GIOVANNINI - Giovannini Bikes 02:12,0
9- ALEXANDRE THEOPHILO * 02:14,5
10- ALEXANDRE CLARET - Multitex 02:14,7
11- FRED ASSUNÇAO * 02:15,8
12- BRUNO BAETA - Dreams Bike Center-Vortx-Utopia Optics-Confeitaria Baião 02:16,2

70km de Ceilândia: Inscrições terminam nesta quarta-feira

Maior premiação da história do MTB brasileiro

Não perca a data para retirada de seu Kit de Participação! A Ciclista JC Bikes e a Sundown Bikes prepararam um kit especial de participação para a competição deste ano para que totos os atletas inscritos já saiam premiados, mesmo antes da prova.

O Kit vem com camiseta, boné, caramanhola, sacolinha, placa, lacre e um brinde especial: um pingente da Bike de Prata para enfeitar os competidores ou suas companheiras.

O kit deve ser retirado pessoalmente no Centro Comunitário de Brazlândia, no dia 18 de abril de 2009 até às 17 horas.

Os atletas argentinos Jorge Gianciti (Merida Bikes) e Iguinacio Ariel Gili (Seleção Argentina) já carimbaram o passaporte para a maior premiação do Mountain-Bike brasileiro.

Acessem o link das inscrições:
http://www.sistime.com.br/cadinscricoes.asp?numg_prova=37&numr_cpf=

Rally dos Sertões terá categoria de expedição em 2009

Para proporcionar uma experiência diferenciada e um primeiro contato com o maior rali do Brasil, a organização do Rally dos Sertões anuncia a abertura da categoria Sertões Expedition, que por sete dias irá passar, a bordo dos 4x4, por paisagens do interior do Brasil com todo o suporte da Dunas Race, organizadora da prova.

"Esta é uma oportunidade de vivenciar férias inesquecíveis com a família ou amigos em um roteiro inédito, que permitirá o contato bem próximo com grandes equipes e pilotos do rali mundial, além de oferecer experiências fantásticas como esportes outdoor, o contato com a natureza e a apreciação da gastronomia e culturas regionais”, explica Mauro Dalla Valle, diretor executivo da Dunas Race, que explica que os participantes terão a oportunidade de acompanhar a área de preparação das equipes no box do evento.

A categoria não tem competição. Trata-se de um evento que reunirá interessados em conhecer de perto a experiência dos pilotos que competem o Rally dos Sertões, e a expedição será de 21 a 28 de junho. A comercialização dos pacotes será realizada pela Havas Creative Tours, agência de turismo oficial do Rally dos Sertões. Os pacotes variam de preço de acordo com o número de participantes por apartamento. Crianças de 5 a 10 anos pagam tarifas reduzidas. Mais detalhes em www.dunas.com.br.

Roteiro resumido
21/06 – Chegada em Goiânia
Receptivo no aeroporto e transfer para o hotel

22/06 – Goiânia
Credenciamento, briefing e tarde livre para passeios

23/06 – Largada promocional
Visitação aos boxes das equipes do Rally dos Sertões
Largada promocional com o Super Prime (direito a camarote)

24/06 – Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Saída de Goiânia, passando por Pirenópolis, Corumbá, Cocalzinho, Padre Bernardo e Colinas, chegando à beira do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Opções de passeios: Raizama, Vale da Lua, Morada do Sol. Jantar e pernoite na vila de São Jorge.

25/06 – Cavalcante / Calungas / Alto Paraíso
Saída de São Jorge para Cavalcante via Calha Norte (volta ao Parque) passando pelo território dos Calungas. Opções de passeios: Cachoeira de Santa Bárbara, Cachoeira Ave Maria, Cachoeira da Capivara, Cachoeira do Rio Pratinha.

26/06 – Terra Ronca/Dianópolis-Jalapão
Saída de Alto Paraíso margeando a Serra Geral do Paranã, com destino ao Parque Estadual de Terra Ronca, passando por Campos Belos, Taguatinga de Tocantins, Povoado dos Azuis. Opções de passeios: Caverna de Terra Ronca, Caverna Couro D’anta, Caverna de Angélica, Rio Azuis (o menor do mundo).

27/06 – Dianópolis/Palmas
Saída de Dianópolis, passando por Ponte Alta e Taquarassu. Opções de passeios: Cachoeira da Velha. Reencontro com os competidores do Rally dos Sertões, em Palmas (Tocantins). Jantar de premiação.

28/06 – Transfer hotel/aeroporto